5 dicas para uma gestão de riscos cibernéticos inteligente

Esteja sempre um passo à frente das ameaças digitais. Saiba como uma gestão de riscos inteligente pode ser crucial para o sucesso da sua empresa.
Compartilhe esse post

Faça da gestão de riscos cibernéticos uma aliada para potencializar, ainda mais, a performance da sua empresa. Confira dicas para  estruturá-la.

Em 2025, segundo o relatório Allianz Risk Barometer, 38 % das empresas identificaram incidentes cibernéticos (vazamento de dados ou ransomware) como o risco corporativo mais eminente para o ano. Outro estudo, realizado pela Grant Thornton, revelou que  79% das empresas brasileiras se dizem expostas a ataques cibernéticos.

Sabe o que esses dados demonstram? Que diante de um mundo cada vez mais dinâmico e conectado, saber lidar com as incertezas do ambiente on-line é uma habilidade essencial para garantir a continuidade e o crescimento de qualquer negócio. Por isso, ter uma boa gestão de riscos cibernéticos nas empresas, é fundamental. 

Mais do que prever problemas, ela permite antecipar cenários e adotar medidas de segurança para manter o pleno funcionamento das operações comerciais. Mas, como estruturar esse tipo de gestão? É o que você vai descobrir neste conteúdo. Então, já clica para salvar o conteúdo e acompanhe!

Leia também:

Afinal, o que é gestão de riscos cibernéticos?

A gestão de riscos cibernéticos é o processo de identificar, avaliar, priorizar e monitorar riscos relacionados aos sistemas de tecnologia da informação, redes e dados de uma organização. O objetivo é minimizar os impactos negativos de possíveis incidentes e garantir a continuidade das operações de forma segura e sustentável.

Essas ameaças podem surgir de diversas formas, seja por falhas de sistema, erros humanos, interrupções de serviço e até mesmo desastres naturais. O fato é que todas elas podem causar danos significativos à empresa, como perda de receita, vazamento de dados, comprometimento da reputação e sanções legais.

Por isso, contar com um programa de gestão de riscos estruturado e constantemente atualizado é fundamental. Ele permite que a organização esteja preparada para responder rapidamente a incidentes, reduzindo impactos e fortalecendo a resiliência digital do negócio.

Mas, como ter esse gerenciamento de forma eficaz? É o que vamos explicar logo abaixo!

Boas práticas para uma gestão de riscos precisa

Separamos algumas dicas para ajudar você a construir uma gestão de risco cibernéticos inteligente. Então, confira!

1. Trate a gestão de riscos como um pilar da estratégia, não como um processo isolado

Em muitas organizações, a gestão de riscos ainda é vista como uma tarefa operacional, quando na verdade ela deve fazer parte do processo de tomada de decisão. Incorporar a análise de riscos à estratégia corporativa significa entender como cada escolha impacta a segurança, a continuidade e a reputação do negócio.

💡 Empresas de destaque em segurança da informação costumam ter comitês de risco que participam das decisões de investimento, inovação e expansão.

2. Faça da cibersegurança uma agenda corporativa

Os incidentes cibernéticos continuam sendo o principal risco corporativo no Brasil e no mundo. Por isso, a cibersegurança precisa estar na pauta da liderança, não apenas da área técnica. Invista em políticas robustas de proteção de dados, conscientização de colaboradores e planos de resposta a incidentes. A prevenção é sempre mais barata (e menos danosa) do que a reação.

3. Use dados e inteligência para antecipar ameaças

Uma gestão de riscos moderna é movida por dados e automação. Utilize ferramentas de monitoramento contínuo, análise de comportamento e Inteligência Artificial(IA) para detectar vulnerabilidades e prever ameaças.

Quanto mais rápido o risco é identificado, menor é o impacto sobre o negócio. A inteligência preditiva transforma a gestão de riscos em um ativo estratégico  capaz de antecipar crises e fortalecer decisões.

4. Promova uma cultura de risco e responsabilidade

Riscos não são apenas de tecnologia, são de pessoas. E o comportamento humano continua sendo uma das maiores vulnerabilidades de segurança. Construa uma cultura de risco, estimulando todos os níveis da organização a reconhecer, relatar e mitigar ameaças. Quando a responsabilidade pela segurança é compartilhada, o risco diminui exponencialmente.

5. Revise, teste e evolua constantemente

A gestão de riscos não é estática. As ameaças se transformam, os sistemas evoluem e as regulamentações mudam. Por isso, é essencial manter testes periódicos de segurança, simulações de crise e revisões de planos de continuidade. Empresas que tratam o risco de forma dinâmica são mais resilientes e ganham vantagem competitiva  porque estão sempre um passo à frente do imprevisto.

Conte com parceiros confiáveis e sólidos no mercado

O meio digital tornou-se o principal veículo de comunicação dos negócios. É por meio dele que transações acontecem, informações são repassadas, contratos são firmados…Por isso, é preciso ter uma atenção redobrada quando o assunto é segurança cibernética. 

Então, se o seu objetivo é crescer com confiança e proteger o futuro da sua empresa, busque por tecnologias avançadas para te auxiliar nesse processo. Aqui na Secular, além de termos softwares robustos, contamos com uma equipe multidisciplinar e preparada para lidar com os mais diversos cenários. O que acha de agendar uma reunião para saber como podemos te ajudar a construir uma gestão de riscos permanente e adequada a realidade do seu negócio? 

Acesse nossa agenda e escolha o melhor horário para falar com um dos nossos especialistas. 

Quer conhecer a nossa plataforma?

Solicite uma demonstração para o nosso time de vendas.

Compartilhe esse post

Post Relacionados

A Resolução CMN 5.274 marca uma nova fase da cibersegurança nas instituições financeiras. Saiba quais mudanças exigem atenção em 2026.
Saiba como é possível trabalhar em um ambiente de nuvem de forma segura, adotando boas práticas no dia a dia.
Saiba a importância de receber a certificação ISO/IEC 26001:2022 e quais impactos ela gera para o mercado e para os clientes e parceiros.